Sucesso: Um Passo de Cada Vez

 

Quando um microempreendedor opta por abrir seu próprio negócio, ele precisa analisar bem o mercado, pesquisar e principalmente se programar para capitalizar nos primeiros meses de funcionamento.  A divulgação e as estratégias de vendas do novo empreendimento vão depender de ações bem planejadas e “on time”. Todos esses fatores fazem com que o microempreendedor dê os passos necessários para se tornar um microempresário de sucesso.

 

Perfil do Microempreendedor Brasileiro

Segundo pesquisa realizada pela FGV, 47% do empreendedor brasileiro que sonha em ter seu próprio negócio ganha até 3 salários mínimos , e 48% entre 3 e 6 salários mínimos. Mais de 50%¨deles tem até 34 anos, sendo que 18% está cursando ou ainda não terminou uma graduação.  47% só tem o segundo grau completo. Analisando esses números, fica emergente que esses novos empreendedores tenham apoio e sejam capacitados para gerir seu novo negócio.

 

Números que animam

Para abrir uma microfranquia - mercado que teve um crescimento da ordem de 22% em 2012 e faturou em torno de R$ 4,5 bilhões no ano - o custo médio para iniciar o negócio é de R$ 15 mil a R$ 50 mil. Umas das vantagens que estas operações oferecem é a de trabalhar em casa, a partir de um home office. É a chance de se tornar seu próprio patrão sem fazer um investimento tão grande num ponto comercial padronizado. O setor mais procurado é o de serviços e o rendimento médio é de R$ 30 mil mensais. Uma franquia, seja ela micro ou não, é um investimento em que as chances do negócio dar certo são de até 85%, ou seja, na maioria dos casos os franqueados ou microfranqueados conseguem não só recuperar o valor investido, como também dar continuidade ao negócio com sucesso.

Segundo pesquisas, devido ao modelo de negócios das franquias que prevê apoio gerencial, suporte de rede, treinamento gerencial de gestão do negócio, noções de marketing, ações promocionais para a fase de lançamento e continuidade com reforço da imagem em sua região a taxa de falência costuma ser baixa, em relação a outros empreendimentos. Mesmo com essa estatística, abrir uma franquia também representa riscos, pois existem empresas de baixa experiência no mercado. Nesse nicho de mercado, não é somente um investimento que não dará certo, mas sim, e muitas vezes, se trata de todas as economias de uma família, ou de uma troca de status, de empregado para empresário. Essa transformação não se dá somente com a assinatura do contrato de franquias, mas depende de toda uma mudança de postura e de um treinamento minucioso pelo qual o novo empresário deve passar. E, de uma troca de informações, dúvidas e sugestões mútuas que deve se feita entre franqueado e o franqueador nos primeiros meses de funcionamento da unidade. Se associar a uma empresa de experiência comprovada no franchising é muito mais seguro.

Para evitar riscos é bom que se tenha um capital de giro maior do que o recomendado. É necessário então que o franqueado, ou microfranqueado, tenha autonomia para realizar o planejamento financeiro de acordo com a própria realidade da unidade, ou seja, os cálculos do fluxo de caixa e capital de giro são essenciais para manter uma gestão financeira saudável e assim solucionar imprevistos com menos riscos financeiros.

 

 

Abrir uma Microfranquia

Mesmo que o investimento seja baixo, os erros cometidos levarão a prejuízos da mesma forma que acontece com os empreendimentos de maior valor inicial, e mesmo que as microfranquias  esbarrem em detalhes, tais detalhes podem custar a sobrevivência do negócio. Um exemplo disso é um mal atendimento ao cliente.

O importante é que o empreendedor tenha em mente que as franquias não representam um investimento em que o sucesso virá por si só. Ao contrário, uma microfranquia também exige estratégia e competência gerencial; a escolha do negócio deve refletir os desejos profissionais dos empreendedores, exercendo uma atividade em que haja afinidade, experiência profissional ou a motivação de buscar conhecimentos maiores sobre esta atividade. Ou seja, para que dê certo é necessário investir não só no capital, mas tempo, dedicação e estudos. É como o início de uma nova etapa na vida do empreendedor.

Foi o que aconteceu com Maycon Medeiros, biólogo e franqueado da Dr Jardim Mirassol/Natal – RN. “O suporte da franquia é muito importante não só no início do negócio, mas no acompanhamento, ele é fundamental para a unidade conseguir um payback no prazo esperado ou mesmo antes. Para quem quer ter seu próprio negócio é necessário, antes de tudo, realizar uma pesquisa de mercado na área de atuação e traçar um plano de ação eficaz e eficiente, para não ser surpreendido de forma negativa no decorrer da operação, pois o seu negócio será a sua vida. Nosso franqueador fez muita diferença.”

Maycon opera a unidade só ha alguns meses , e para ele a opção pela microfranquia foi positiva em relação aos resultados do negócio, “Conheci a Dr Jardim pela internet pesquisando sobre franquias na área de jardinagem, e a escolhi pois pesquisei sobre o Grupo Zaiom e tive excelentes referências com relação ao suporte dado aos franqueados. Estamos há cinco meses a frente da microfranquia Dr Jardim e surpresos com a excelente aceitação no mercado local.  Estou muito satisfeito com a franquia pois temos mais credibilidade no mercado no início do negócio e facilita nossa entrada sem ter a necessidade de alto investimento inicial em marketing para a marca ser reconhecida”, comemora.

O gargalo de capacitação e mão de obra também exige do microempresário assiduidade nos treinamentos do franqueador para aprender a recrutar, selecionar e treinar. Um de seus maiores diferenciais começa na contratação de funcionários. “Temos que selecionar pessoas que nunca trabalharam da forma como fazemos, atentos aos padrões e práticas preconizadas pela marca. É um trabalho de reeducação profissional desafiador, mas que faz toda a diferença”, afirma Maycon.

 

Desafio em Família

Henrique de Carvalho, físico e pesquisador, hoje, é franqueado da unidade Nova Campinas da rede Amigo Computador - Gestão de TI para Pequenas e Médias empresas, uma das seis marcas do Grupo Zaiom. Ele e o filho Éric Defane, com a mudança para Campinas optaram pela microfranquia depois de conhecer o Grupo Zaiom em uma revista especializada em negócios. “Me interessei em conhecer mais sobre a operação depois de ler uma reportagem sobre microfranquias, e, em entrevista com o consultor da Zaiom percebi que o negócio estava ao alcance do meu bolso. Entrei como sócio investidor e meu filho entrou na parte técnica. Acertamos no desafio”, conta.

O micro empreendedor, que começou o negócio próprio em outubro de 2012, trabalhava em desenvolvimento de projetos e pesquisa na área ótica em grandes empresas de telecomunicação, saúde e da área militar.

O suporte oferecido pela franqueadora foi determinante para a escolha de Henrique, “mesmo tendo tido duas experiências anteriores com o negócio próprio, sentia dificuldades na gestão das empresas. A estrutura oferecida pela marca foi fundamental para minha escolha. O treinamento ajudou a entender melhor o negócio – o volume do mercado potencial, os custos, a rentabilidade e a parte comercial. Principalmente as estratégias de marketing para ganhar meu espaço dentro desse nicho de mercado”, e continua, “já fiz o levantamento da concorrência e da área potencial que vou atingir, elaborei meu plano de marketing, e apresentei para a Zaiom. Essa é uma parceria muito positiva e uma troca de informações muito importante”.

“O empreendedor tem que ser prudente, completa Henrique, antes de entrar em qualquer negócio tem de entender e conhecer a concorrência, e reconhecer a competição. Desta forma poderá competir para ser o melhor – ter foco e determinação até conquistar seu espaço. E, para isso, é preciso acreditar no seu negócio e estar associado a pessoas competentes e com experiencia acumulada”, finaliza.